Dizem que é bom...Dizem que é doce...
Que faz esquecer...
Que faz suportar...
Saudades mortas em uma garrafa, com um gosto nem sempre bom, nem sempre acompanhando e nem sempre faz falta.
Nada disso sabia, não compreendia a filosofia de estar fora da plena consciência, oscilando em devaneios e lembranças agora tão vividas de algo que nunca existiu.
Ah... se soubesse o que agora sei, dividiria contigo a magoa, que tenta descer por tua garganta a baixo, sem um ser que te compreenda, até dividir o mel do fel de beber sem culpa o que nem sempre se conhece.
Um brinde ao discípulo de Dionísio, que me ensinara o doce caminho vermelho.

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