sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Como o Fogo e Gelo

Olhar como chama
A alma fria
Que não cessará
De noite ou de dia
A dor de amar
E depois perder
Não é pior

Do que nunca te ter!
Ele o mais aristocrático dos anjos, aquele que governou com sabedoria e tecnologia.

Aquele que de tudo fez para suprimir todo e qualquer tipo de sentimento, para que nada lhe tirasse a visão clara do raciocínio.

Porém qualquer tipo de amor mundano e material, para tentar uma patética chance de suprir a falta do amor humano, sempre acaba em dor e sofrimento.

Não finja soberania, todos vêem o que seu ódio esconde, e seria um sentimento tão belo se apenas se entregassem.

Ninguém é melhor e ninguém é pior, como servos fiéis de um amor maior que conceito de bem ou mal.

Ela, a intrépida, a pioneira, a herdeira do trono.

Mas do que adianta ter e não dividir, ser e não sentir?

Anjos...
Tão humanos quanto os mesmo, porém, voando muito alto para perceberem a beleza que é ser bom, e tanto tempo passam tentando cumprir os desígnios de Deus, que vez por outra esquecem o primordial mandamento.

Não fora a tecnologia que fez o véu cair, nem as espadas em punho que tirariam a vida, e sim o fato de negar o único e irrefutável fato do amor por completo e sem culpas, sem magoas ou censuras.

Então no meio da guerra eminente se consegue distinguir o único sentimento capaz de impedir a união pura de qualquer sentimento...

O orgulho...

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