quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Salmo 23.4

"Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum".

Pois meus amigos estarão comigo, mas não pude fazer nada, quando mais precisavam de mim...

Os vi morrer, os deixei morrer...

Me atirei nos braços da morte, para que a culpa não me sufocasse, abri minhas asas e subi com a pedra, tão pesada quanto minha culpa.

Mergulhado no mal em névoa, descendo com o peso dos meus pecados, tentando salvar ou morrer tentando, aquela que seria a razão de tudo.

Entre mortos e feridos, não ficou nada de puro, mergulhado em meus pensamentos procurando uma forma de redenção, mas o tempo não volta e os que foram não disseram adeus em murmúrios de amor e saudade.

Se a voz da vida não se faz ser ouvida, a lâmina de minha alma será lavada no sangue dos ímpios, os que tem boca que falem e clamem a Deus por perdão, pois quando eu chegar, será sem misericórdia para com os maus e serei pior que o vale da sombra.



AMÉM!

Game Over


- Então... a missão foi um sucesso!?... não fique assim, eles tiveram a honra de lutar sob seu comando e deram o melhor de si, Deus está orgulhoso deles.

- Que carta é essa?... você não pode fazer isso, precisamos de você aqui, tudo bem que as coisas não foram perfeitas desta vez, mas... Dante, você tem um grande futuro e na guerra é assim mesmo, as pessoas morrem, mas os melhores ou sortudos ficam.

- Não chore, isso parte meu coração, estão bem você venceu... mandarei um pedido formal para que o Plumas de Aço lhe aceite, mas só não entendo por que quer ir justamente pra onde traz tantas lembranças ruins, mas já que é só o que posso fazer por você por hora, que seja.

- Não, você não precisa de treinamento intensivo, precisa de descanso, isso tudo foi demais pra qualquer um, mesmo que seja você, não sabe mesmo quando desistir neah? tudo bem mas não se esforce muito, tenha uma boa sorte com sua nova família.